Um homem bonachão se gabava a outros sobre a vida que levava, falando de seus casos amorosos, do dinheiro que havia ganhado por levar vantagem em tudo e sobre todos, afirmando que só cria na vida aqui e agora.
O negócio dele era ficar rico, não importasse o preço, e gozar dos prazeres “proibidos” o mais que pudesse. De repente parou, quando um colega seu passava, e mudou de assunto:
“Estão vendo aquele homem? Ele é sério, honrado, vive com a mulher, mas é pobre, e ainda diz que é cristão e obediente aos mandamentos de Deus. Ora essa, quando morrermos, todos nós iremos para o mesmo lugar. Ele vai me ver lá em cima, e eu vou morrer de rir dele, pois não viveu a vida. Qual é a vantagem de guardar os mandamentos de Deus?
”Essa mesma questão foi levantada por um homem de Deus chamado Asafe, embora com motivação totalmente diferente. Não obstante cresse firmemente na bondade de Deus para com os seus, Asafe confessa que chegou a ter tanta inveja dos soberbos, por causa da prosperidade dos ímpios, que quase se desviou dos caminhos de Deus.
“Quase se resvalaram os meus pés” — ele disse.Esses ímpios achavam que Deus não se importava, e diziam: “Como sabe Deus? Acaso, há conhecimento no Altíssimo?” (Leia o Salmo 73)Asafe ficou tão perturbado que chegou a pensar que de nada importava purificar o coração e lavar as mãos na inocência. Sua preocupação era legítima, mas mal focada. Tal como a das pessoas que vivem com seriedade diante de Deus, mas que, em razão de verem tanta coisa errada, acabam se desanimando pelo caminho.Então, atribulado, Asafe foi falar com Deus sobre o assunto.
Quando ele entrou “no santuário de Deus”, então atinou “com o fim deles”, e disse: “Tu certamente os pões em lugares escorregadios e os fazes cair na destruição”. Ele também entendeu que valia a pena guardar os mandamentos de Deus, e afirmou o seu destino:
“Tu me guias com o teu conselho e depois me recebes na glória”.De fato, o destino dos que se banqueteiam em iniquidade e desdenham dos mandamentos de Deus será a perdição eterna. Mas, para que o nosso coração não se desvaneça, Jesus deixou sete promessas que identificam as vantagens temporais e eternas de quem guarda os mandamentos de Deus:
JESUS SE MANIFESTARÁ A ELE.
“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14.21).
SERÁ COMPARADO AO HOMEM PRUDENTE.
“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mt 7.24-25).
SERÁ MORADA DE DEUS.
“Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (Jo 14.23).
PERMANECERÁ NO AMOR DE CRISTO.
“Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço” (Jo 15.10).
SERÁ AMIGO DE JESUS.
“Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando” (Jo 15.14).
SERÁ CONSIDERADO GRANDE.
“Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus” (Mt 5.19).
ENTRARÁ NA VIDA ETERNA.
“Bom só existe um (que é Deus). Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos” (Mt 19.17).Desse modo, qual a vantagem dos ímpios? Nenhuma! Tudo o que construírem virará cinzas, inclusive eles.
A vantagem de guardar os mandamentos de Deus é dupla:
viveremos com a bênção de Deus e em paz com a nossa consciência aqui na Terra e estaremos com Ele em glória por toda a eternidade no Céu. Vale a pena guardar os mandamentos de Deus!
Qual a sua escolha?
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Preferimos os Porcos.
Mateus 16.26.
Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?
Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?
Postado por Gutierres Siqueira
A Bíblia [1] nos conta a história de um jovem endemoninhado que vivia nas cavernas e cemitérios, vivendo com um animal feroz, onde nem mesmo as correntes podiam segurar. Esse jovem era o horror daquela pequena comunidade chamada Gadara.
Os gadarenos eram criadores de porcos, que recebiam a devida atenção daquelas pessoas. Certo dia Jesus chega naquele vilarejo, a após uma rápida e ríspida conversa com a “legião de demônios”, liberta aquele rapaz, que fica “assentado, vestido e em perfeito juízo”.
Os que os moradores daquela cidade fazem? Comemoram a libertação daquele jovem rapaz? De maneira nenhuma, expulsam Jesus por tirar os demônios do jovem e por mandar para os porcos!
Essa cidade nunca ficou incomodada em sua totalidade com um jovem que vivia como um animal, mas logo se mobilizaram na expulsão de Jesus por causa dos prejuízos com os porcos. Aquele jovem sem personalidade e amparo de sua sociedade, se refugia com um louco em cavernas e cemitérios.
Essa cidade nunca ficou incomodada em sua totalidade com um jovem que vivia como um animal, mas logo se mobilizaram na expulsão de Jesus por causa dos prejuízos com os porcos. Aquele jovem sem personalidade e amparo de sua sociedade, se refugia com um louco em cavernas e cemitérios.
Nesse ambiente os demônios a cada dia esmagam sua vida e suas esperanças.
Quando Jesus desce do barco, o primeiro ser que aparece para recepcionar é um endemoninhado em estado deplorável, que era habitação de demônios em convulsão com a chegada de Jesus.
Em nossa natureza pervertida temos uma tendência horrível:
Amamos as “coisas” e usamos as pessoas; valorizamos os bens e desprezamos o próximo; cheiramos um livro novo e passamos ao largo para não sentirmos o odor dos mendigos; não comemoramos a libertação do jovem gadareno, pois preferimos os nossos porcos.
Assim somos nós, os ditos seres humanos. Cabe uma pergunta: Onde está a nossa humanidade?
Vivemos em uma sociedade que prefere a eutanásia, sob a alegação de aliviar o sofrimento do doente, mas tudo isso é para não admitir a falta de paciência em cuidar “daquele peso”.
Vivemos em uma sociedade que prefere a eutanásia, sob a alegação de aliviar o sofrimento do doente, mas tudo isso é para não admitir a falta de paciência em cuidar “daquele peso”.
Terri Schiavo foi uma vítima da eutanásia promovida por seu marido, Michael Schiavo, que entrou até na justiça pela morte da esposa, mesmos os pais de Schiavo lutando pela guarda da filha.
Os “humanistas” na sua pseudo-piedade defendem que os embriões são vidas descartáveis, pois podem ser usadas em experimentos de células-tronco embrionárias. Nessa mesma linha de argumento, os “anti-vida” defendem a legalização do aborto, um eufemismo para “matança de crianças inocentes e indefesas em massa”.
O mais engraçado são os “cristãos” liberais, tão preocupados com as vítimas da fome e da guerra, mas muitos são defensores do aborto. Paradoxo extremo ou hipocrisia? Muitos defensores da “teologia da libertação” apoiaram “revoluções comunistas”, como em Cuba. O regime de Fidel matou quase 100 mil cubanos naquela pequena ilha, segundo a Anistia Internacional, que em sua maioria cometeram o grave crime de “discordar do regime”. Che Guevara montou um campo de concentração onde fuzilou 400 cubanos. Frei Betto tem um lindo testemunho no enfrentamento do terrível regime militar brasileiro, mas ele mesmo assinou a constituição cubana ao lado de Fidel.
Um “amor cristão” no mínimo seletivo! Existem acusações que na década 70, a organização ecumênica “Conselho Mundial de igrejas” (CMI) patrocinou guerrilhas nacionalistas no continente africano. Os “humanistas” andam valorizando os porcos!
Conclusão:
Ou amamos as coisas, ideologias, causas estúpidas e utópicas, ou amamos as pessoas, segundo no s descreve o Evangelho de Jesus Cristo. Não podemos perder a alma, enquanto ganhamos o mundo inteiro. Quem busca a matéria, “perde a alma, perde a calma e se perde eternamente” (Antônio Cirilo).
Nota:[1] Mc 5. 1-20
sábado, 1 de agosto de 2009
Deus não desiste de Amar Você.
JO 3.16-21.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo
aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus.
Um homem idoso estava internado no hospital, assistido de perto por sua esposa vinte anos mais nova, sentada ao lado da sua cama.
“É você, Maria, ao meu lado novamente?
– ele sussurrou. “Sim, querido” – ela respondeu.Então, ele falou calmamente:
“Lembra-se quando estive no hospital após aquele grave acidente? Você ficou comigo. Você também ficou ao meu lado quando perdemos tudo naquela enchente.
Quando o banco faliu e perdi o emprego, nós ficamos na pobreza;
mas você continuou ao meu lado, não foi?
” – então o homem suspirou – “Vou lhe dizer uma coisa, Maria:
você não me trouxe sorte!”.
É apenas uma anedota, mas tem o condão de nos lembrar como os fatos podem ser torcidos, ao ponto de falharmos no reconhecimento do amor e lealdade de alguém que se importa conosco.Agora, consideremos:
se há alguém que sempre se importa conosco e nos ama incondicionalmente, esse Alguém é Deus. Mas será que temos dado o devido reconhecimento a esse cuidado e amor?Israel, o povo escolhido de Deus, em diversas ocasiões de sua história, rejeitou o amor do Senhor. Isso fez com que Deus externasse o quão frustrante era esse tratamento recebido.Ele disse:
“Quando Israel era menino, eu o amei...
Quanto mais eu os chamava, tanto mais se iam da minha presença... e queimavam incenso às imagens de escultura...
Tomei-os nos meus braços, mas não atinaram que eu os curava.
Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo... e me inclinei para dar-lhes de comer” (Os 11.1-4).Talvez você se indague:
como Deus poderia continuar amando um povo que sempre lhe virava as costas? Ele simplesmente amava, e pronto! Tal como um pai amoroso, que continua a amar o filho, mesmo que este se desvie e faça coisas erradas.O amor de Deus é incondicional, como está escrito:
“De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo:
Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (Jr 31.3).
O amor é medido pelo que oferece, não pelo que recebe. O amor tem prazer em dar. Alguém afirmou:
“Diga-me o quanto você dá de si mesmo e eu lhe direi o quanto você ama”. Isto porque “doar-se” é o teste maior do amor.Desse modo, a grandeza do amor de Deus é demonstrada pelo presente inestimável que Ele nos deu.O quanto Deus amou o mundo perdido?
“Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
O quanto Deus amou a Igreja?
“Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef 5.25).O quanto Deus me ama?
“Vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.20).Talvez você se encontre longe de Deus, talvez lhe tenha virado as costas, e agora está se perguntando:
Como Deus poderia continuar me amando?É que Deus não desiste de amar. Paulo expressou bem isto:
“Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8.38-39).Volte-se para Deus.
“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará” (Sl 37.5).
Reconheça o amor de Deus, prove do Seu amor enquanto é tempo, porque Deus não desiste de amar você.
sábado, 18 de julho de 2009
O perigo da Negação.
2 Timóteo 2.11-13.
Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos;Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará;Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
No início do Século XVII, alguns cristãos serviam fielmente ao Senhor numa ilha do Japão.
Um líder provincial, chamado de Shogun, decidiu que os cristãos eram uma ameaça para a cultura tradicional.
Então, ele elaborou uma armadilha perversa. Colocou uma figura de Jesus no chão em uma rua e ordenou que os cristãos da província pisassem em cima do quadro, como sinal de renúncia da fé cristã.
Quando terminou o teste, 26 crentes em Jesus tinham se recusado.
Estes foram crucificadas na praia, como exemplo, para que todos vissem.Aqueles que
“pisaram em Jesus” e negaram a fé escaparam da crucificação, mas tiveram de conviver com sua vergonhosa culpa.
Alguns, a exemplo de Judas Iscariotes, consumidos pelo remorso, deram cabo da própria vida. Outros, a exemplo de Pedro, se arrependeram e voltaram a seguir a Jesus.
Lembremos que Pedro, quando questionado sobre sua lealdade, negou que era discípulo de Jesus. Mas depois, profundamente arrependido, voltou-se para o Senhor e dedicou o resto de sua vida ao testemunho ousado de Cristo. (Mt 26.69-75).
As pessoas podem pensar que negar a Cristo é um ato direto, resultado de uma provocação expressa, como nos exemplos acima.
Reginald Heber, autor do conhecido hino “Santo, Santo, Santo”, expressou que podemos negar o nosso Salvador de maneiras mais sutis.Reginald escreveu:
“Negamos o nosso Senhor toda vez que, devido ao nosso amor por este mundo presente, abandonamos o dever que Cristo claramente nos deixou para fazermos.
Nós negamos o nosso Senhor toda vez que damos o nosso louvor, ou mesmo o nosso silêncio, diante de coisas que cremos ser pecado.
Negamos o nosso Senhor toda vez que abandonamos uma pessoa em aflição; ou quando nos recusamos a dar sustento, ânimo e apoio àqueles que, por amor a Deus e para fielmente darem conta de seu dever, são expostos a perseguições e calúnias”.
Quem é nova criatura em Cristo certamente procurará evitar qualquer negação aberta e deliberada do Senhor.
Mas as maneiras sutis de negação estarão sempre à espreita a nos desafiar.
Por exemplo, amar o mundo e deixar de fazer aquilo que Deus ordena; ou ser tolerante com o pecado que tenazmente está destruindo as famílias e a sociedade; ou ainda, se recusar a apoiar outros servos do Senhor que estão se esforçando para cumprir cabalmente a vontade de Deus.
Essas são maneiras sutis que, de fato, acabam se tornando uma negação Daquele que nos redimiu do pecado e da morte.Todos os dias enfrentamos situações ou temos de tomar decisões que podem nos tentar a trair o Senhor Jesus.
Essas são maneiras sutis que, de fato, acabam se tornando uma negação Daquele que nos redimiu do pecado e da morte.Todos os dias enfrentamos situações ou temos de tomar decisões que podem nos tentar a trair o Senhor Jesus.
Se alguém escolher os valores do mundo – e não a obediência da Palavra de Deus – por fim negará a fé e cairá da graça.
O apóstolo João nos desafia:
“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele (...) Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1 Jo 2.15-17).
O apóstolo Paulo nos alerta:
“Se perseveramos, também com ele reinaremos; se o negamos, ele, por sua vez, nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2.12,13).
Oro para que a determinação do nosso coração seja de nunca trair o Senhor.
Antes, que possamos estar prontos e dispostos a sermos testemunhas fiéis em quaisquer circunstâncias.
Antes, que possamos estar prontos e dispostos a sermos testemunhas fiéis em quaisquer circunstâncias.
Vivamos, pois, de tal maneira que ninguém possa nos acusar de “pisar em Jesus”.Lembre-se: “É muito fácil levar Jesus no peito. Difícil é ter peito para andar com Ele”.
sábado, 11 de julho de 2009
Cristãos em todo o tempo.
-ROGO-VOS, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados.
Em uma entrevista para ocupar um cargo em uma empresa, um jovem apresentou-se bem vestido e causou, de primeira, uma boa impressão ao diretor de recursos humanos.
Ele também apresentou um excelente currículo, onde listou como referência o pastor da igreja onde freqüentava, assim como o seu professor da Escola Dominical e um diácono.
O diretor, após analisar o currículo por alguns minutos, então falou:
“Aprecio as recomendações de seus amigos da igreja.
Mas eu gostaria realmente de saber a opinião de alguém que se relaciona com você durante a semana”.
É lamentável dizer, mas a posição tomada pelo diretor parece revelar que há um nítido contraste na forma como alguns cristãos agem na igreja e o seu comportamento no mundo.
Não pretendo ser juiz de ninguém.
Não são poucos os cristãos que, mesmo sendo assíduos na igreja, não podem ser tomados como modelo ideal de vida cristã, tanto na sua relação com Deus como em seu relacionamento com as pessoas.
Alguns cristãos vivem um padrão duplo, pois sua conduta diária teima em ser inconsistente com os valores espirituais; sua caminhada no mundo mostra-se francamente em desarmonia com sua suposta caminhada com Deus.
São cristãos de meio período,Um bom teste para sabermos se estamos sendo coerentes é nos perguntarmos:
Será que os nossos amigos da igreja se chocariam se observassem nossas ações e ouvissem o que falamos no trabalho ou em casa?
Há outras questões que não querem calar.
Na verdade, que exemplo é deixado para as pessoas com as quais convivemos e que rotineiramente nos observam?
Um bom cristão aos domingos não deveria também ser um bom cristão durante a semana?
Jesus nos ensinou que temos o dever de ser tanto “sal da terra” como “luz do mundo”.
E isso todo dia, não só aos domingos; e o dia todo, não só quando no templo. Isso quer dizer que o nosso testemunho deve ser efetivamente produtivo.
Mas Jesus também advertiu quanto ao perigo de o nosso testemunho vir a tornar-se improdutivo e incoerente, exemplificando com a possibilidade da perda do sabor do sal e de se esconder a luz. (Veja Mt 5.13-20).
Há, porém, duas coisas que devemos considerar sobre esses elementos.Primeiro, o sal só é útil para dar sabor se estiver em contato com a comida, misturado a ela.
Jesus nos chama para darmos “sabor” à sociedade em Seu nome, por meio do nosso envolvimento com as pessoas, obviamente com o nosso testemunho condizente com os valores espirituais que professamos.
Assim, temos de viver, “acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo” (Fp 1.27).
Segundo, a luz deve ser sempre visível, senão perde o seu papel e importância.
Cristãos que vivem como “agentes secretos” de Deus precisam sair do esconderijo e ser conhecidos como discípulos.
Em vez de “povo encolhido”, precisamos ser vistos como “povo escolhido” de Deus, cuja profissão de fé deve ser evidenciada por meio das boas obras, “as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10).
O sal se imiscui na comida sem alarde e lhe dá sabor.
Quando ele não está lá, logo se nota.
Assim também a luz. Moody disse:
“Um farol não precisa fazer alarido para atrair a atenção dos navios. Ele apenas brilha”.Você é um cristão em tempo integral ou de meio período?
sábado, 4 de julho de 2009
O Lugar da Tradição.

2 Tess. 2.15.
Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa
"Tradição" Vem de uma palavra que significa "passar adiante".
Sempre que a Fé Cristã é passada de uma pessoa para outra,a tradição está em ação.
Uma mensagem na Igreja,um livro lido em casa,notas de Rodapé usadas como auxilio na leitura Bíblica,partilhar a Fé com um Amigo-tudo isso é tradição em ação.
a tradição também pode acontecer sem palavras.o estilo de vida do Cristão é um meio de transmitir a sua Fé.
A tradição e a Bíblia.
mas no devido tempo as escrituras Cristãs foram coligadas e chamadas de "novo testamento",o que suscitaria a questão:
como elas se relacionam com a tradição?
Nos primeiros séculos foi simplesmente aceito que o novo testamento e a tradição que veio dos apostolos estavam em perfeita concordância.de modo geral isso era verdade.
Contudo ,na idade Média,surgiu a prática de usar a tradição como meio de justificar as crenças que não se encontravam na Bíblia- a respeito da Virgem Maria,por exemplo.
Contudo ,na idade Média,surgiu a prática de usar a tradição como meio de justificar as crenças que não se encontravam na Bíblia- a respeito da Virgem Maria,por exemplo.
Isso provocou uma forte reação dos Reformadores- na verdade um dos ensinamentos principais da Reforma era que toda tradição devia ser testada pela Bíblia.
Eles estavam longe de desprezar a tradição;pelo contrário,tinham grande consideração pelos pais da Igreja primitiva e pelos credos da Igreja.
mas todas essas autoridades,ainda que fossem respeitáveis,tinham de ser avaliadas pelo padrão da palavra de Deus contida na Bíblia.
A Igreja Católica Romana,por outro lado, continuou mantendo a autoridade das tradições que ela proclamava ter recebido dos apóstolos.mas a maioria dessas tradições supostamente apostólicas era manifestamente posterior na origem,e na prática as tradições somente eram aceitas se concordassem com as crenças Católicas Romanas.
Isso resultou na tendência,nos debates da reforma e depois, de pensar nas "tradições" como um grupo de crenças e práticas específicas além do que a Bíblia ensina.
Entretanto,nos anos recentes tem havido um retorno,tanto por parte dos protestantes como dos católicos romanos,ao conceito abrangente da tradição como Fé Cristã completa passada de uma geração para outra.
Conclusão.
É impossível para qualquer grupo,por mais informal que seja,existir por um periodo de tempo sem a tradição;tão pouco isso seria aconselhável.
O apóstolo Paulo instruiu Timóteo a ensinar e a transmitir a Fé Cristã que lhe foi entregue.
O apóstolo Paulo instruiu Timóteo a ensinar e a transmitir a Fé Cristã que lhe foi entregue.
A Fé Cristã normalmente passa de pessoa para pessoa,sendo transmitida,em outras palavras pela tradição.
grande parte de nossa compreensão da fé chega até nós dessa maneira.
Como já disse muito acertadamente,a atitude Cristã para com a tradição é resumida no quinto mandamento:
honra teu pai e tua mãe.
a tradição é a fé passada a nós por nossos antepassados espirituais.eles merecem nosso respeito e honra.
desprezá-los e imaginar que podemos começar tudo de novo como se eles nunca tivessem existido é arrogância e tolice.
Mas honrar os pais nem sempre é obedecer-lhes.
ouvimos humilde e respeitosamente a voz da tradição,mas estejamos sujeitos apenas à palavra de Deus.
Há momentos que devemos dizer a tradição:
"devemos obedecer a Deus e não aos homens".
Fontes:
Bíblia Sagrada.
Fundamentos da Teologia Cristã/Organizado por Robin Keeley,editora Vida.
sábado, 27 de junho de 2009
Deixemos de lado a "Vaidade" em nossas Orações.
1 Reis 18.42-45.
E Acabe subiu a comer e a beber; mas Elias subiu ao cume do Carmelo, e se inclinou por terra, e pôs o seu rosto entre os seus joelhos.E disse ao seu servo: Sobe agora, e olha para o lado do mar. E subiu, e olhou, e disse: Não há nada. Então disse ele: Volta lá sete vezes.E sucedeu que, à sétima vez, disse: Eis aqui uma pequena nuvem, como a mão de um homem, subindo do mar. Então disse ele: Sobe, e dize a Acabe: Aparelha o teu carro, e desce, para que a chuva não te impeça.E sucedeu que, entretanto, os céus se enegreceram com nuvens e vento, e veio uma grande chuva; e Acabe subiu ao carro, e foi para Jizreel.E a mão do SENHOR estava sobre Elias, o qual cingiu os lombos, e veio correndo perante Acabe, até à entrada de Jizreel.
Muito se assisti em vários Púlpitos pelo Brasil afora e até pelo mundo,Diversas formas Imbutidas nas orações elevadas a Deus,que pelo que vemos,nada confirmam o modelo Bíblico para orarmos.
Orações que são verdadeiras conversas com o diabo ao invés de serem um diálogo com Deus em nome de Jesus(Jo 14.13-14;Jo15.16).
É comum vermos alguns pregadores da atualidade se dirigirem a Deus como se o mesmo fosse um empregado,determinam o que querem,liberam palavras que segundo eles tem poder para se tornar realidade e costumam dizer que se a pessoa não receber é porque não tem Fé ou estão em pecado,é triste essa realidade que tem sido espalhada por homens e mulheres que são verdadeiros irresponsáveis.
O que é Oração?A oração é uma comunicação entre crentes e o Senhor.
Essa atividade é descrita como invocar a Deus(17.6),invocar o nome do Senhor(Gn4.26),Clamar a Deus o buscando de todo coração (Sal 3.4;Is55.6;Hb4.16) e se achegando para mais perto dele(Hb10.22).
Em nenhum trecho das sagradas letras,vemos sequer uma recomendação para determinar-mos,exigirmos algo de Deus ou dialogar-mos com o diabo como estão fazendo alguns pregadores,pelo contrário o que a Bíblia ensina é que devemos Pedi ao Senhor(Mt 7.7),respeitar sua soberana vontade(1Jo 5.14) e não dar credito ao inimigo de nossas almas,visto que ele é mentiroso e Pai da mentira (Jo 8.44).
Como podemos entrevistar o diabo,visto que ele é mentiroso?Lembre-mos que a autoridade que Jesus nos outorgou (Lc10.19;Mc16.15-19),não nos dá o disfrute de brincar com o diabo,mas sim resistir a ele ( Ef 4.27;Tg4.7;J.9).
A oração segundo a vontade de Deus.
A oração só poderá ser respondida ser for feita segundo a vontade de Deus (1Jo 5.14),uma das petições da oração modelo que Jesus fez confirma esse fato (Mt6.10;Lc11.2),a oração no Getsêmani (Mt26.42).
Devemos saber a vontade do Pai,pois ele nos revelara mediante a Bíblia.
Elias tinha certeza de que o Deus de Israel atenderia a sua oração por meio do fogo e,posteriomente,da chuva,porque recebera uma palavra profética da parte de Deus,ele não fez confissão positiva e nem liberou palavras mágicas como vários pregadores fazem hoje em dia ( 1 Reis 18.1),é importante lembrar que além de estarmos pedindo algo segundo a sua vontade é preciso também estarmos na vontade de Deus para termos nossas orações respondidas ou seja,buscando primeiramente o Reino para as demais coisas serem acrescentadas em nossas vidas (Mt 6.33).
Orar em nome do Pai,do Filho e do Espírito Santo é correto?
Tem sido comum essa oração ser feita por muitas pessoas,tenho visto muito essa afirmação ser empregada no fim das orações,mas se analizarmos os textos e contextos da palavra de Deus,veremos que essa expressão,só é empregada na fórmula do Batismo (Mt28.19),onde é uma afirmação dirigida ao crente feita pelo Ministro no momento do Batismo.
A forma correta de Orar é em nome de Jesus (Jo15.16),tornado-se desnecessário a forma Pai,FILHO E Espírito Santo,visto que as palavras são dirigidas a uma das pessoas da Santíssima Trindade- O Pai-.
Conclusão.
Para fazermos orações seguindo as orientações Bíblicas e fora das vaidades humanas,é preciso pedir a Deus que nos Guie em toda verdade (Jo14.26).
Os Cristãos Primitivos oravam incessantemente a Deus pela libertação de Pedro da Prisão e Deus enviou um anjo para liberta-lo (Atos 12.2-11),Tais exemplos devem fortalecer a nossa Fé e enchermos de disposição para orarmos de modo claro,seguindo os Princípios da palavra de Deus.
Fontes:
Biblia de Estudo Pentecostal,CPAD.Erros que os pregadores devem evitar,Ciro Sanches Zibordi,CPAD,Pag 23.
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